Terça-feira, 4 de Janeiro de 2011
Reflexão 2 - Guião para a construção do flipchart

Título do flipchart: "Vogais iguais, sons iguais?"

 

Depois de explorar e manusear todas as funcionalidades do ActiveInspire durante algumas semanas, foi-nos proposto a realização de um Recurso Educativo de um tema à escolha. Sendo nós um grupo constituído por docentes do 1.º Ciclo do Ensino Básico, optámos por trabalhar uma temática que apresenta um grau de complexidade assinalável e na qual, infelizmente, os recursos tradicionais existentes pecam pela falta de clareza e/ou coerência. Posto isto, o nosso flipchart será direccionado para a consciência fonémica, para que as crianças descubram as vogais orais e os respectivos grafemas que as representam. Assim, pretendemos que os alunos tenham a noção de que pode não haver uma correspondência biunívoca grafema/fonema.

 

No que concerne ao processo que nos levou à elaboração do guião já colocado online no blog da disciplina, tivemos sempre em conta a literatura sobre a temática da consciência fonológica e fonémica e, ao mesmo tempo, analisámos e confrontámos toda a informação recolhida com o documento de Charoula Angeli (2009) para perceber se estávamos a construir, ou não, um guião com qualidade. Posto isto, chegámos a um guião final que servirá de base a um flipchart que terá 11 páginas, sendo que para tornar o mesmo mais motivador haverá uma personagem que explicará o conteúdo de cada página. O nosso recurso é direccionado para crianças que frequentem o 1.º ou 2.º ano de escolaridade, no entanto poderá ser utilizado noutros anos como forma de sistematizar ou rever os conteúdos explorados.

 

Relativamente ao trabalho de grupo e à forma como o mesmo se procedeu tenho de realçar a participação aplicada e consciente dos restantes elementos do grupo, a Joana e a Margarida. Além disso, tornou-se extremamente útil e enriquecedor para mim a construção deste guião para perceber de uma forma mais realista, e de acordo com o trabalho desenvolvido em contexto de sala de aula, as dificuldades que os alunos têm nesta temática. Cabe a nós, professores de crianças desta faixa etária, contribuir para a desmistificação de todas as concepções prévias erradas que os jovens alunos apresentam.

 

Para terminar, gostaria de afirmar que a elaboração deste guião despertou em mim uma motivação extra para iniciar, o mais rápido possível, a construção do flipchart e, numa fase posterior, aplicar o mesmo em sala de aula e sentir os feedbacks que nos serão fornecidos pelos alunos.

 

Continuação de uma boa semana,

 

Artur Gomes

 

 




Segunda-feira, 6 de Dezembro de 2010
Reflexão 1 - Linguagens de Autoria em Educação

Antes de mais, gostaria de realçar que o facto desta Unidade Curricular ter sido orientada no sentido do uso e exploração dos Quadros Interactivos agradou-me imenso. As escolas encontram-se em constante evolução e cabe a nós, professores, explorar da melhor forma as novas ferramentas para que os alunos enriqueçam as suas competências. Assim, considero que esta oportunidade ser-me-á muito útil no futuro, quando estiver a leccionar e tiver que optar por práticas inovadoras e motivadoras.

Relativamente ao percurso já percorrido em Linguagens de Autoria em Educação posso, desde já, afirmar que a sua componente prática está-me a agradar imenso, deixando-me motivado para fazer mais e melhor. Inicialmente, foi-nos proposto pela docente realizar uma pesquisa no sítio da Promethean para, em primeiro lugar, instalar o ActiveInspire e, posteriormente, analisar alguns dos recursos disponíveis para o 1º CEB. Numa primeira instância, achei o ActiveInspire muito semelhante ao PowerPoint pelo que tive algumas dúvidas na necessidade de explorar este novo software. No entanto, quando iniciei a pesquisa dos recursos já elaborados verifiquei as diversas funcionalidades e as vantagens que temos em utilizá-lo.

Após esta pesquisa massiva ter sido realizada, filtrámos os vários flipcharts visualizados e seleccionámos três: um bom, um mau e um razoável. Nesta escolha, tivemos em conta vários itens como o conteúdo, o aspecto gráfico, a progressão entre os vários slides, a aplicabilidade em sala de aula e a interactividade. Todos estes critérios que nos permitiram avaliar os recursos foram discutidos durante a aula do dia 2 de Novembro, sendo que com o auxílio dos restantes grupos conseguimos chegar a um consenso relativamente aos parâmetros e aos critérios globais que devem estar presentes numa análise de RE-QI. Tal facto torna-se bastante útil para, aquando da definição e construção do nosso recurso, termos um apoio para verificarmos a razoabilidade das nossas opções. Como docentes em exercício, ou não, considero deveras essencial reflectirmos e questionarmos as nossas opções pedagógicas, pelo que esta tabela não é mais do que um meio para construirmos bons RE-QI e, consequentemente, obtermos práticas lectivas com qualidade.

Depois de seguirmos estes passos, tivemos a oportunidade de descobrir e manusear de forma ainda mais interactiva os QI, com o auxílio do Pedro Costa. Sem estas duas aulas, ser-me-ia complicado explorar tão aprofundadamente algumas potencialidades deste software. Destaco, preferencialmente, a segunda aula onde tivemos que, depois de realizar uma série de trabalhos em casa, elaborar um pequeno recurso relativo à reciclagem e aos ecopontos.

Numa perspectiva lúcida mas ainda não definitiva, uma vez que estamos em progressiva aprendizagem, considero que o ActiveInspire é um software muito rico, com muitas funcionalidades e que, quando utilizado correctamente, pode contribuir para a melhoria do ensino. De igual forma, é importante rentabilizar o investimento efectuado nos Quadros Interactivos recorrendo a actividades enriquecedoras e inovadoras, caso contrário o investimento efectuado tem benefícios nulos.  

 

Continuação de bom trabalho. Até terça!

Artur Gomes




Segunda-feira, 25 de Outubro de 2010
Recursos educativos para os QI

Boa tarde colegas!

No dia 19 de Outubro de 2010, tivemos a segunda aula da unidade curricular Linguagens de Autoria em Educação. A Prof. Dr. Maria João Loureiro auxiliou-nos em algumas questões relacionadas com o registo no Promethean Planet e com a Instalação do Active Inspire. Juntamente com o meu grupo, a Margarida e a Joana, pesquisámos vários recursos para QI e direccionados para a nossa prática docente, ou seja, para o 1.ºCiclo do Ensino Básico.

Tal como nos foi pedido, escolhemos três recursos: um mau, um razoável e um bom. Assim, numa primeira instância, analisarei, individualmente,  todos eles de forma desarmada. Não recorrei a qualquer tipo de grelhas ou de informações que influenciem a minha opinião sobre os mesmo.

 

Assim, dividirei este comentários nos três referidos recursos:

1. Recurso mau. Intiulado "Os primos da bruxa cartuxa" e direccionado para o 3.º ano de escolaridade, considerámos não ser passível de uma melhoria do processo ensino-aprendizagem uma vez que as competências que explora são semlhantes a simples fichas de interpretação de textos/histórias. A própria estrutura é muito semelhante a guiões de leitura, pelo que torna-se desnecessário criar um recurso deste tipo. No entanto, com esta posição não pretendo afirmar que não se deve utilizar os QI para o trabalho de um texto/história. Concordo, plenamente, que se recorra às tecnologias existentes para incentivar a leitura e motivar os alunos, no entanto, terá que haver um cuidado em criar ferramentas inovadoras e não semelhantes às já existentes.

 

2. Recurso razoável. Intitulado "Blogicamente" e direccionado para o 1.º ano de escolaridade, considerámos que é um recurso útil na medida em que é possível classificar diferentes figuras geométricas quanto à cor, forma e tamanho. Ao mesmo tempo, podemos agrupá-las em conjuntos e de acordo com as mesmas características já referidas. O design está muito bem concebido e facilmente as crianças ficarão motivadas ao visualizar a ferramenta. Porém, na minha óptica, se calhar será mais proveitoso para as crianças realizar actividades do género com os blocos lógicos tridimensionais, já que é importante as crianças manusear os objectos para perceberem melhor as diferenças entre as características (por exemplo a espessura, que não é possível com este recurso). Além disso, numa parede da sala pode-se facilmente criar os mesmos conjuntos (com árvores, por exemplo, como no recurso) e fazer com que as crianças se leventem, preencham individualmente e presenciem com espírito crítico todas as incidências.

 

3. Recurso bom. Como era de esperar, foi-nos difícil encontrar um recurso que nos satisfizesse plenamente, pelo que a selecção deste foi difícil e originou grandes reflexões no seio do nosso grupo. Assim, escolhemos um intitulado "Jogo de Percurso" e direccionado para o ensino pré-escolar. Apesar de estar escrito em português do brasil, ao nível da exploração de competências para o desenvolvimento dos alunos é, sem dúvida, o mais rico que encontrámos. É constituído por vários jogos/ferramentas que exploram diferentes objectivos do currículo e contribui, paralelamente, para que o trabalho se desenrole com a motivação e satisifação necessárias para que o sucesso educativo seja uma realidade.  

Até à próxima aula!




Segunda-feira, 18 de Outubro de 2010
Linguagens de Autoria em Educação

Boa tarde Colegas de Mestrado!

Já criei este espaço onde pretendo trocar ideias e informações com vocês! O futuro da Educação passa pela exploração destas novas tecnologias a fim de as colocarmos em prática em contexto de sala de aula!

 

Até amanhã




.mais sobre mim
.pesquisar neste blog
 
.Janeiro 2011
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab

1

2
3
4
5
6
7
8

9
10
11
12
13
14
15

16
17
18
19
20
21
22

23
24
25
26
27
28
29

30
31


.posts recentes

. Reflexão 2 - Guião para a...

. Reflexão 1 - Linguagens d...

. Recursos educativos para ...

. Linguagens de Autoria em ...

.arquivos

. Janeiro 2011

. Dezembro 2010

. Outubro 2010

.participar

. participe neste blog

blogs SAPO
.subscrever feeds